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Último artigo da série. Apresenta os quatro aliados da plasticidade — exercício, sono, aprendizado contínuo e nutrição intencional — com destaque para compostos bioativos do Juba de Leão. Fecha com a resolução da história de Jill Bolte Taylor e faz ponte para o artigo sobre BDNF e NGF
Terceiro artigo da série. Mapeia os cinco vilões da plasticidade cerebral — estresse crônico, sono inadequado, sedentarismo, alimentação ruim e neuroinflamação — e mostra como se retroalimentam num ciclo que pode ser revertido
Segundo artigo da série. Apresenta os três tipos de plasticidade cerebral — sináptica (trilhas na floresta), estrutural (neurogênese adulta) e funcional (reorganização após lesões) — com metáforas acessíveis e exemplos concretos, incluindo o caso de Jill Bolte Taylor.
Primeiro artigo da série 'O Cérebro Que Se Reconstrói'. Derruba o dogma de Cajal sobre a imutabilidade do cérebro adulto, apresenta o conceito de neuroplasticidade (cunhado por Konorski em 1948) e conta a história da neurocientista Jill Bolte Taylor, que documentou a própria recuperação de um AVC.
Algumas espécies de cogumelos produzem substâncias que nenhum outro alimento oferece. Conheça as oito mais estudadas pela ciência — cinco delas comestíveis — e descubra por que a Juba de Leão é o cogumelo da longevidade cerebral.
Neste post compartilhamos com vocês a notícia do registro do nosso produto junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em parceria com Laboratórios Duprat.
Neste artigo investigamos por que o interesse em cogumelos funcionais explodiu nos últimos anos. Mostra dados do PubMed e Google Trends, e rastreia as raízes milenares do uso medicinal de cogumelos na China e Japão. Identifica o documentário 'Fantastic Fungi' (2019) e a figura de Paul Stamets como catalisadores do movimento, transformando cogumelos em protagonistas estéticos e culturais — da sabedoria ancestral ao feed do Instagram.
Neste artigo, exploramos a versatilidade dos cogumelos, que vão da alta gastronomia à biotecnologia. O artigo aborda cogumelos cultivados e selvagens (trufas, porcinis), o papel invisível das leveduras na fermentação de pão, cerveja e vinho, e inovações como couro de micélio, tijolos fúngicos e micorremediação — o uso de fungos para descontaminar solos poluídos. Demonstra como os fungos atravessam domínios: são alimento, fermentadores, materiais de construção e agentes de descontaminação.
Nesse artigo, o Dr. Felipe Tancredi apresenta o Hericium erinaceus (Juba de Leão), cogumelo de aparência única — filamentos brancos cascateantes que lembram uma juba majestosa — reverenciado há séculos na medicina tradicional chinesa e japonesa para fortalecer o 'qi', acalmar a mente e apoiar a digestão. A ciência moderna tem validado essa sabedoria ancestral com evidências robustas. Pesquisadores identificaram compostos exclusivos — hericenonas, erinacinas e hericerinas — com potente atividade neuroprotetora, capazes de estimular fatores neurotróficos como NGF e BDNF. Seus benefícios incluem suporte à memória, foco, humor e prevenção do declínio cognitivo.
O Reino Fungi compreende 2-5 milhões de espécies estimadas, das quais apenas 150 mil foram catalogadas. Com características únicas — paredes celulares de quitina e nutrição por absorção externa — os fungos formam um reino próprio, distinto de plantas e animais. Desempenham papel essencial como decompositores, viabilizando os ciclos de carbono e nitrogênio. Presentes na gastronomia (cogumelos, leveduras para pão e cerveja) e na medicina (penicilina), oferecem compostos bioativos com potencial terapêutico. Apenas 300-600 espécies podem infectar humanos, predominantemente causando micoses superficiais tratáveis. Representam uma vasta fronteira científica inexplorada.
Nesse artigo o Dr. Felipe Tancredi aborda as micorrizas, a ancestral aliança entre fungos e raízes de plantas que existe há mais de 450 milhões de anos. O texto explica como funciona essa simbiose: plantas cedem açúcares em troca de água e minerais que os fungos extraem do solo. São apresentados os dois tipos principais — ectomicorrizas e endomicorrizas — e o conceito da Wood Wide Web, a rede subterrânea de micélio que conecta árvores e permite a transferência de nutrientes e sinais químicos entre elas. O artigo também destaca o trabalho de Paul Stamets na micorremediação, usando fungos para descontaminar solos poluídos.
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